As correntes nos cercam,
Inimagináveis correntes...
Torrentes,
Nos medem,
Adormecem a alma.
Saciam a calma,
Inebriam os olhos cansados.
Fortes ventos da impaciência,
Do acaso,
O oásis do desespero,
Se perde na inconstância,
E trazem a certeza,
Certeza, quem dera fosse sonho,
Fosse pluma,
Fosse chão.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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